segunda-feira, 19 de outubro de 2009

sem ideia para títulos

Não consigo dormir. Será que está acontecendo de novo? Tenho medo, mas será? Deve ser armadilha do destino de novo. Minha vida paralela. Se alguém rege meu destino, além de mim, porque me traz de volta para o mesmo lugar?! Os mesmos braços. Me dá um tempo! Eu quero ficar sozinha. Lembra do meu tempo de abstinência? Eu o quero. Eu não sou feita de ferro. Se para alguém não importou, pra mim, sim, mesmo querendo esquecer. Esquecer a gente não esquece, mas (fingi) se torna indiferente e forte com o tempo. Mas daqui um tempo eu ainda terei minha casa, meu cachorro e meus filhos com outra pessoa que não sei quem é - o amor da minha vida. Qual deles? Quantos terei? 2,3,4,5,6... Quantas vezes eu vou dizer eu te amo para pessoas diferentes? Quem será o amor da minha vida de verdade, agora? Eu não costumo ter essas dúvidas.

Aguardo a esperança bater a minha porta novamente. Quem sabe eu corra atrás dela caso ela demore a chegar, mas eu preciso aguardar um pouco ainda. Minhas ilusões ainda não naufragaram, eu ainda respiro, meu coração continua batendo, e minha cabeça continua confusa. É, eu ainda estou viva, e o tempo não pára para que eu me conserte.


algumas coisas mudas, outras, simplesmente, não.