Tenho a estupida mania de olhar para os lados e pensar neles. E, assim, não vou a lugar nenhum. Fico em cima do muro. Imóvel. Sendo observadora. Pela divergência instintiva entre mim e meus passos. Pelo medo. Pelo medo de atingir algum inocente com a minha presunção(?), machucar alguém pela minha vaidade e escolhas. E, afinal de contas, eu sou as minhas escolhas. Ah, eu, minhas escolhas-que não escolho. Prefiro o meio termo, prefiro ser nada a ser algo incerto.
Acho que é a crise dos 18 anos chegando, inferno astral caralho a quarto que seja. Não vale a pena.