segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
terça-feira, 21 de setembro de 2010
terça-feira, 14 de setembro de 2010
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
quinta-feira, 15 de julho de 2010
Faço deste texto
Eu perdi a esperança. A minha esperança. A esperança nos outros. Eu perdi. Eu me perdi e no meio de um caminho incerto, eu achei que tinha acertado, me encontrando, mas não. Eu só tinha me perdido mais ainda. Adoecendo-me mais um pouco. Enlouquecendo mais um pouco e perdendo a esperança mais um pouco e eu estou aqui escrevendo sobre a minha doença, sobre a minha loucura, sobre a minha desesperança, sobre o que eu nem sei por e o quê. Nada me prende a nada.
Em três anos eu cresci o que eu não tinha crescido em 15. Em três anos por alguns momentos eu achei que eu era a dona do mundo e sou. Mas agora parece que eu tenho que suportar o peso dele nas costas por isso.
Nos últimos três anos, eu tive a sensação de ter perdido o amor da minha vida sem ao menos saber se ele era o amor da minha vida e hoje o que restou foi um baú e coração cheio de lembranças mal definidas. Nos últimos três anos, eu me apaixonei doentiamente por alguém não merecia nem o meu sorriso amarelo. E hoje o que restou é minha falta de confiança em mim mesma e uma enorme cicatriz na minha alma, que faz eu me culpar todos os dias por não ter evitado (o quê mesmo? Tudo, os três anos, algo assim.).
Nos últimos três anos, eu deixei meus amigos na mão por querer cuidar de mim mesma, mas não percebia que, cuidando dos meus amigos, estaria cuidando de mim mesma. O que restou hoje é saudade dos “velhos tempos”, três anos ou menos não é nada comparado a uma vida. Nos últimos três anos, eu absorvi tanto conhecimento que minha cabeça...bem, eu admito que não ando batendo muito bem das ideias ultimamemente. Eu não posso dormir até o meio-dia ou ir dormir às seis da manhã por causa disso. Eu vivo a ácido valpróico. [...]
Mesmo assim, sinto que serei mesma algum dia. Mas três anos não voltam. Os danos, as cicatrizes não somem só da minha vontade(que é pouca, confesso.). As cicatrizes estão na minha alma (se eu tiver uma), na minha cabeça (não que não seja coisa da minha cabeça) e no meu coração (mesmo que eu não esteja ligando muito para ele ultimamente.). Na verdade, [...]
Preciso de algo que me faça acreditar de novo, simples.
faço desse texto um resumo das minhas lamentações, dos meus últimos três anos e do meu desejo.
segunda-feira, 12 de julho de 2010
À arquitetura
+de+CENTRO+DE+INFORMA%C3%87%C3%95ES+TURISTICAS013.jpg)
Sabe, eu não sei bem o por que cai nos teus braços, mas foi mais ou menos assim: eu preciso de algo que tenha de tudo um pouco. Cheguei e marquei uma opção entre uns 50 cursos.
Deve ser por isso que me identifico contigo. Não tem porque exato (mesmo que haja números). Mas estou ai, agarrada em ti, não querendo ver isso. Ligada tão intimamente que nem sinto que tu fazes parte de mim. Parte do meio dia-a-dia; parte do meu futuro. Eu me rendo. E te amarei (ou amo) e não te deixarei (mas isso não quer dizer para sempre).
Eu estava caminhando pela 24 de outubro. Sem querer eu me encontrei olhando para cima –“a cima das marquises”- xingando em pensamento um prédio que achei horroroso. Achei presunção julgar um prédio igual a todos os outros. Acho que caiu a ficha: eu sou uma estudante de arquitetura.
domingo, 27 de junho de 2010
domingo, 20 de junho de 2010
E se...
Eu nem sei o que eu quero na verdade. Mas eu preciso de um novo caminho. Talvez não precise largar a faculdade. Preciso dizer para os meus pais que eu quero ser feliz e como eu posso ser. Não preciso mudar tudo, mas muito a minha volta. Eu preciso que as dores de cabeça parem. Eu preciso que minhas dores de alma parem. Eu preciso ser uma pessoa mais forte e persistente. Eu preciso me apaixonar, acho, não que eu queira. Eu preciso também tomar um porre para ver que eu não a única que preciso.
quinta-feira, 10 de junho de 2010
Te guardo, meu maior segredo momentâneo.
Mesmo que não faça sentindo,
Mesmo que não seja nada para ti,
Mesmo que eu te desconheça,
Mesmo que tu não saibas,
Eu te guardo comigo
Nos meus pensamentos
No meu coração
Na minha inocência
– para não dizer carência talvez.
Eu sonho que tenho um pedaço de ti,
E tu já tens um pedaço de mim
Mesmo que tu não imagines
Mesmo que tu não queiras.
segunda-feira, 7 de junho de 2010
mesmas reclamações, mesmas palavras, mesmo sentimento, mesma apatia,rotina. MESMA EU mas não quero ser eu mesma.
é bom olhar os posts antigos para ver que eu falo as mesmas coisas há anos.
vamos tentar mudar de verdade...
quinta-feira, 20 de maio de 2010
psico ouvindo "Compliments"
Sinto que estou saindo de mim novamente, mas não se preocupe: não é para sempre. É periódico. Eu preciso disso, acho, se não não aconteceria. Minha cabeça lateja. Saí.
Não se preocupe. Eu estou bem e só quero ficar em silêncio, me esquecer por um momento. Não que eu esqueça, mas eu só não quero lembrar que eu sou eu por alguns minutos, horas. Seria como se eu dormisse de olhos abertos pra ti se eu não te assustasse. Sim, eu sei que esse sono te assusta e confesso que até eu me assusto às vezes. Eu já acostumei, é o procedimento. Não me pergunte agora como nem o que está acontecendo. Simplesmente, acontece e está acontecendo. Eu não tenho mais medo, apenas abraço este caos que é minha alma. Ela querendo escapar. Fugir. Viver. Eu já me acostumei, já faz parte de mim. O caos da minha alma faz parte de mim. Sim, eu já desisti. Não cura.
Não me sacode. Não grita porque eu não vou responder. Eu estou te ouvindo, posso até querer responder, mas não consigo, não posso. Eu vejo e sinto todas as ações, mas não tenho reação. As únicas reações que eu tenho são as químicas neste momento. Minhas lágrimas não são de tristeza; são por eu não saber o motivo da minha tristeza. Eu não consigo reagir, entende? Pode parar? Não bate na minha cabeça. A ferida da minha alma está aí e machuca. Não, minha prioridade por enquanto é a minha cabeça. Sei que tu queres ajudar, e eu quero tua ajuda. Mas não sei o que tu podes fazer, nem eu. Deve ser por isso que estou querendo me esquecer. Não quero a droga do remédio- redundante: droga, remédio, enfim. Eu estou bem. Só estou esperando ela voltar para eu escapar do silêncio. Apaga a luz. Iremos ver TV contigo depois que ela voltar.
domingo, 16 de maio de 2010
i must become a lion hearted girl
terça-feira, 11 de maio de 2010
estímulo
Nunca acreditei que a bebida fosse uma desculpa. Infelizmente, faço dela indiretamente minha desculpa momentânea da minha situação. Eu me controlei, eu juro. Eu evitei, fugi, ignorei. Mas minha carne(?) foi fraca, eu sou e fui fraca. Por cinco segundos joguei nove anos no lixo. Cinco segundos es-ti-mu-la-dos pelo etílico que resultou no sentimento que me toma agora: nojo. E sei que ele me tomara por alguns dias ainda. Meu autoquestionamento talvez me traga resposta que preferiria não descobrir, mas sei que vou, porque dúvidas me tomam.
quinta-feira, 29 de abril de 2010
quarta-feira, 21 de abril de 2010
EREA Sul 2010- Curitiba/PR
segunda-feira, 12 de abril de 2010
the dog days aren't over
Esqueci te mandar noticia, desculpa.
Não há nada de diferente: eu ainda me sinto diferente. Eu continuo sonhando e tendo minhas crises existências por não saber o que quero da vida nem quem eu sou. Eu ainda estou tentando me acostumar com ritmo da faculdade que é lento- por enquanto. Estou gostando da arquitetura da Ritter, mas algo me prende. Parece que eu tenho um compromisso pendente comigo mesma- e tenho. É ideológico infelizmente. Não que meu ideológico me motive tanto -infelizmente. Eu pensava que, depois de voltar da Europa, iria estar tudo bem. Não iria mais me sentir culpada por não cumprir meus antigos (ou atuais) objetivos, mas não. Piorou e parece que é por eu ter mais tempo livre para pensar nisso (Está na hora de começar a trabalhar haha).Eu não consigo pensar de uma forma tranquila. É só culpa. Estou indo quinta-feira para Curitiba para participar do encontro de estudantes de arquitetura e espero que quando voltar essa culpa tenha aliviado porque acho que não vou aguentar até final do semestre.
Eu não sei o que eu estou fazendo nem o que fazer comigo mesma, cara.
E, olhando as malditas fotos, os malditos arquivos e históricos antigos, eu não sei como eu ainda me reconheço.
sábado, 13 de março de 2010
terça-feira, 9 de março de 2010
-
domingo, 14 de fevereiro de 2010
Enquanto se ouvia My immortal
Não lembro o que escrevi há quase um ano pra ti, mas lembro que não consegui dizer tudo que eu precisava e preciso te dizer. Eu sei que nem tudo entre nos é recíproco, e nossas expectativas são (tão) diferentes- e, por minha parte, as expectativas são inconstantes também. [...]
Eu precisava te dizer quê: eu aprendi a amar de novo. Até uns dois meses atrás, porém, descobri que não amava, mas estava apaixonada, e paixão cega e, da mesma forma que vem, vai. Então agora preciso te dizer que eu aprendi a me apaixonar de novo e hoje eu sinto que eu amei só uma pessoa de verdade.
Eu não gosto muito de pensar nisso porque tenho medo de descobrir respostas que eu prefiro levar para sempre comigo como algo deixado para trás, esquecido, sem importância. Indiferente. Indiferente como eu tentei ser em relação a ti, mesmo isso sendo uma tarefa difícil. A indiferença e minha vontade de viver foram minhas armas para te esquecer ou não pensar pelo menos como tu sabe. [...]
Até agora não encontrei nenhum abraço que acolhesse como o teu. Talvez seja por isso que eu sempre queria e quero correr para ele quando preciso além do (doce) gosto do passado que ele traz. [...] Eu não sei se eu te amo mesmo tu me acusando que não. Eu não sei se tu é o amor da minha ou se é de ti que eu quero e preciso fugir pelo resto da minha vida ou se isso ainda é necessário ser respondido.
Eu pensei que o tempo curasse tudo, mas não: parece que ele só piora, desgasta, machuca o que tem entre nós- se é que existe algo entre nós- e parece que tem ”muitas coisas que ele não é capaz de apagar”. [...]
sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
Porão
quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
Começo de verdade de um ano.
Meu 2010 começaria oficialmente depois do vestibular da UFRGS. Começou, então. Eu tenho brigado bastante com a minha mãe e isso tem me deixado desestabilizada. Eu não passei no vestibular, mas sei que não foi só por causa disso. Eu queria me afastar da minha mãe um pouco, ter a minha vida, mas eu permito que aconteça o contrário. Refletindo sobre os últimos acontecimentos - não só as brigas com a minha mãe-, sinto que eu fui a principal culpada por permitir que acontecesse. Eu me aproximo, me afasto, eu dou a arma e a munição para me atingirem. Não sei ao certo como reverter a situação, mas sei que devo. Eu sou agora uma universitária, estou indo para Europa semana que vem, mas a ficha ainda não caiu e eu quero só minha liberdade e vou mostrar que eu sou capaz e digna. Não sei como, mas sei que devo.



