domingo, 27 de setembro de 2009

sobre passado e algo que...eu ainda não sei.

Quando se lembrar,
BEÃM(!): ele está ali,
Novamente, na tua frente
E tu acabaste de bater de cara no muro, nele.

Parece que ele está ali como teste.
O que tu fez?
O que tu fará?
Parece que ele está ali como incentivo.
Tu já superaste isso.
Consegue ir mais longe?
Consegue pular o muro?

Consigo, consigo, consigo... Sigo.

Eu quero olhar, mas não quero olhar.
Eu tenho medo, mas eu enfrento.
Na verdade, eu fujo
E continuo
Vivendo.

Não, viver não é um fardo.
Viver é uma consequência querida
E necessária.
Eu amo viver.

Que venha o futuro e todos vãos de seu terreno incerto!
Se eu cair, tudo bem, eu levanto e continuo
Vivendo.
Eu (sobre)viverei.

Que venha o passado e seus fantasmas!
O remorso e a culpa não me consomem mais.
Deixe-me viver!

Que venha o presente!
Este eu agarro com todas as forças que tenho
E as que eu não tenho também.
Eu quero viver!

Seguir em frente é uma consequência queria
E necessária,
É viver.
Deixe-me por favor.