sexta-feira, 29 de abril de 2011

"Hoje eu acordei sem nada no estômago, sem nada no coracão, sem ter para onde correr, sem colo, sem peito, sem ter onde encostar, sem ter quem culpar. Hoje eu acordei sem ter quem amar, mas aí eu olhei no espelho e vi, pela primeira vez na vida, a única pessoa que pode realmente me fazer feliz."

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Ainda em branco.

Eu te prometo minha calma. Algo que poucos- ou ninguém- têm de mim. Eu sou intensa, talvez tu tenhas percebido isso. Queria que tu aceitasses minha calma como uma possível espera subentendida. Uma possível futura espera. Tu consegues entender isso? Eu não tenho pressa e (te) quero ao mesmo tempo. Me dá medo algumas palavras tuas às vezes. Elas são tão intensas, pressa. Machuca a longo prazo. Não queria que fosse isso, toda essa chama, todo esse fogo que sinto que virará cinza. Queria que fosse maduro, consciente e sem medo de aceitar se fosse para ser, tu consegue entender o que eu quero dizer? Eu estou tentando, mas já aceitei. Não há como crescer desenfreadamente. Toda minha ansiedade e explosão de sentimento batem em alguns muitos quilômetros. Love like a bomb, impossível. Eu repito: te prometo minha calma. Nós saberemos o que fazer quando acontecer. Talvez nem aconteça. A minha única certeza é: será grande. Seja um grande estrago ou um grande acerto. Não digo que quero que dê certo. Digo apenas que quero que aconteça. Mesmo. Tirar essa aflição (?), distração desde que te tu me assaltou. Dá um pouco de medo. Passa rápido, dias, para te ter comigo. Nos imagino de tantas formas, mas parecem distantes. Não se explicar essa sensação singular. Independente do que aconteça, espero que aconteça com calma.