terça-feira, 23 de agosto de 2011

a gente meio que enche o peito como se estivesse se preparando para o último suspiro e a gente tenta acreditar - até espera - que a força que estamos fazendo para o ar entrar se converta em força de vontade na hora de sair. daí (re)começa.[...]

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Isso, sim, me dói.

Sei que não será para sempre. Talvez isso que me incomode cada vez que te vejo, cada vez que eu penso “eu te quero mais e mais”: eu sei e não finjo. Mas fujo. Não chega a doer, mas não me deixa crescer, entende? Eu não cresço. Ninguém cresce. Estamos estagnados naquilo que queremos. Meio conformados com situação. Sinto-me indiferente às vezes. Isso, sim, me dói.

terça-feira, 19 de julho de 2011

Até onde der.

Eu penso quase todos os dias desde que tudo começou “meu deus, como que fomos parar aqui?”,
Mas, ao mesmo tempo, esqueço toda essa preocupação e penso: Quero te ter do meu lado e ficar ao teu. Até onde der.

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Sabe, eu, quando estou te olhando, fico procurando nos teu olhos uma resposta, fico tentando entender o que eu estou fazendo. Comigo. Contigo. Com todo mundo que faz parte disso- ou não. A culpa é minha- pra mim.
Eu meio sonolenta te puxei para perto de mim, para ficar entre meus braços. Tu brinca entre meus braços e eu nos teus. Era só uma brincadeira. Talvez continue sendo.

sexta-feira, 29 de abril de 2011

"Hoje eu acordei sem nada no estômago, sem nada no coracão, sem ter para onde correr, sem colo, sem peito, sem ter onde encostar, sem ter quem culpar. Hoje eu acordei sem ter quem amar, mas aí eu olhei no espelho e vi, pela primeira vez na vida, a única pessoa que pode realmente me fazer feliz."

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Ainda em branco.

Eu te prometo minha calma. Algo que poucos- ou ninguém- têm de mim. Eu sou intensa, talvez tu tenhas percebido isso. Queria que tu aceitasses minha calma como uma possível espera subentendida. Uma possível futura espera. Tu consegues entender isso? Eu não tenho pressa e (te) quero ao mesmo tempo. Me dá medo algumas palavras tuas às vezes. Elas são tão intensas, pressa. Machuca a longo prazo. Não queria que fosse isso, toda essa chama, todo esse fogo que sinto que virará cinza. Queria que fosse maduro, consciente e sem medo de aceitar se fosse para ser, tu consegue entender o que eu quero dizer? Eu estou tentando, mas já aceitei. Não há como crescer desenfreadamente. Toda minha ansiedade e explosão de sentimento batem em alguns muitos quilômetros. Love like a bomb, impossível. Eu repito: te prometo minha calma. Nós saberemos o que fazer quando acontecer. Talvez nem aconteça. A minha única certeza é: será grande. Seja um grande estrago ou um grande acerto. Não digo que quero que dê certo. Digo apenas que quero que aconteça. Mesmo. Tirar essa aflição (?), distração desde que te tu me assaltou. Dá um pouco de medo. Passa rápido, dias, para te ter comigo. Nos imagino de tantas formas, mas parecem distantes. Não se explicar essa sensação singular. Independente do que aconteça, espero que aconteça com calma.

quarta-feira, 2 de março de 2011

bem,

eu protejo os que ficam - mesmo que não estejam para sempre- e não os que foram ou estão indo.

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

o começo.

E assim tu chegou. Sem avisar. Simplesmente chegou, mas não aquele chegou chegando. Nem bateu a porta. Não arrombou ela. Foi sutil. Na verdade, parece que entrou pela janela de tão de repente. Eu nem sabia o que estava acontecendo. Eu estava meio perdida ali. OK, eu sou perdida, mas mesmo assim. O que estava acontecendo comigo? O que eu sabia era: eu queria ser tua, e queria que tu fosses minha mesmo que no momento. E assim eu me envolvi. Tu me envolveu. A tal ponto que, em quinze dias, eu comecei a preferir teus nãos aos sins que tenho.

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Coadjuvante ou cúmplice de um erro.

Assim eu ouço "Foi um erro de momento. Tu sabe como é.", assim eu tento me convencer que acredito, já que a vida é feita de momentos como diz aquela frase clichê bagaceira. Sim, é feita de momentos e cada um tem a opção de errar quantos momentos quiser. Tu pode errar num momento como pode errar em mil momentos. Então, não me venha com erro de momento.
Tu quer amadurecer, mas não sabe como. Tu quer fugir, mas não sabe para onde, como nem por quê. Mas quer e precisa.